Falta de convinte

O Ferro Rodrigues foi convidado para uma festa. Ao chegar ao local da festa encontrou um segurança que lhe perguntou pelo convite.

– Não tenho comigo!

– Não tem consigo? Então não o posso deixar entrar!

– Mas eu sou o Ferro Rodrigues.

– Mostre-me a sua identificação.

– Não tenho comigo!

-Então não o vou poder deixar entrar!

– Mas eu sou o líder do PS, o Ferro Rodrigues. Não me está a conhecer? Olhe bem para mim.

– O senhor é realmente é muito parecido, mas pode ser um sósia. Para entrar tem que me provar ser quem diz que é.

– Provar eu? Mas como? EU NÃO SEI FAZER NADA!!!

-Ah, então é mesmo o senhor. Pode entrar.

Saudades do ditador

Na semana passada uma dúzia de saudosistas visitou a campa de Salazar por causa do aniversário do seu nascimento. Um carpinteiro da Anadia de 62 anos que assistiu ao funeral do ditador disse esta coisa simpática no cemitério: “[Foi] o gajo mais honesto que existiu neste país, [agora] é só ladrões e corruptos”. Este tipo de afirmações mostra bem que o homem deixou saudades entre os mais velhos e que a grande durabilidade do Estado Novo reside no próprio Salazar. Se fosse outro talvez não tivesse aguentado tanto tempo. Mas é espantoso como se implantou no nosso imaginário colectivo ao ponto de ainda hoje ser objecto de romarias.

De baleia para o Brasil

O Jornal de Estarreja traz uma foto da pardilhoense Raquel Pereira, uma das finalistas do concurso Miss Portugal. É daquelas coisas que não vejo na TV, mas disseram-me há poucos dias que durante este famoso concurso foi perguntado a uma das concorrentes como é que o Pedro Álvares Cabral tinha chegado ao Brasil. Nas possíveis respostas deram-lhe a hipótese que tinha sido de barco, mas depois de alguma hesitação a concorrente acabou por responder que naquele tempo usavam animais para chegar ao Brasil. Não percebi em que animal é que estaria a pensar, mas presumo que fosse alguma baleia ou coisa do género.